quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Microsoft trabalha por vida longa ao Zune





Em um mercado cada vez mais disputado, as empresas fazem o que podem para conseguir seu lugar ao sol. Ainda mais quando a principal concorrente é a Apple e seu badalado iPod. A novidade é que a Microsoft e seu tocador de MP3, Zune, vêm se esforçando para conquistar participação nem que remotamente semelhante àquela de que desfruta o iPod entre os players portáteis de música.

Executivos da MS têm visitado agências de talentos e produtoras de cinema e televisão, nos últimos meses, na esperança de licenciar programação original exclusiva em vídeo para o player portátil de mídia.

Mas ao invés de apenas se abastecer de formatos tradicionais como sitcoms, o Zune está procurando programação não convencional que possa aproveitar a plataforma de redes sociais do aparelho, de acordo com Richard Winn, diretor de desenvolvimento de entretenimento do Zune.

"O que estamos procurando em termos de qualquer forma de conteúdo original é o componente adicional que o Zune poderia prover e o iTunes ou outro serviço concorrente não", afirmou Winn.

Exclusividade poderia significar reservar conteúdo que aparecerá apenas na plataforma Zune ou distribuir com a marca Zune conteúdo que seria fornecido originalmente para o aparelho e depois transferido a outras plataformas.

Mercado

Em maio deste ano, a Microsoft anunciou que pouco mais de 2 milhões de Zunes haviam sido vendidos desde o lançamento, em novembro de 2006, enquanto informações indicam que a Apple esteja vendendo cerca de 3,5 milhões de iPods ao mês.

Como o iPod não dispõe de conteúdo exclusivo, essa medida pode significar a reinvenção do Zune, ou um esforço final para evitar sua extinção.

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